19/08/2019 - 10:30 - Atualizado em 19/08/2019 - 17:54

Depoimento: ​“Eu nasci de novo”, conta beneficiário carioca

O agente de Correios Ronaldo Gustavo Victorino, 63 anos, conta como escapou da morte por duas vezes e fala sobre a importância do plano de saúde em sua vida e na do filho adolescente

Ronaldo na Postal Saúde do Rio: "sempre bem tratado"

O que parecia uma simples erupção na pele tornou-se um grave problema de saúde para o agente de Correios Ronaldo Gustavo Victorino, 63 anos. O episódio, já superado, ocorreu em 2013, na cidade do Rio de Janeiro, mas deixou sequelas na vida do trabalhador.

Ele conta que era uma sexta-feira e ajudava a cimentar a caixa d’água da casa de sua irmã, que logo tratou de providenciar o churrasco para aproveitar com descontração aquela reunião familiar — uma cena típica de muitos lares brasileiros. Até aí tudo bem. Mas o inusitado aconteceu.

O cimento salpicou na perna de Ronaldo, e o local começou a coçar e a incomodar. Ao limpar a área, ele percebeu que havia fezes de gato misturadas na massa de cimento. Passaram-se os dias e uma erupção se formou. “Não era uma ferida, era como uma queimadura”, relata o beneficiário. “Eu achava que ia passar, mas três meses depois a ferida continuava e eu comecei a passar mal. Sentia tontura, vista turva e dor na região abaixo do abdômen”.

Ronaldo conta que foi então levado às pressas para o hospital. Lá chegando, foi atendido pelo infectologista de plantão, pois o quadro insinuava uma grave infecção.

“Cheguei lá com febre de 39 graus e minutos depois perdi os sentidos. Fui encaminhado para a UTI, onde permaneci por cinco dias. Recebi transfusão de sangue e fui submetido a uma série de exames para saber o diagnóstico, que confirmou ser uma doença transmitida pelas fezes de gato”. Em seguida, ele passou por uma cirurgia na bolsa escrotal para retirar um dos órgãos comprometidos e permaneceu internado por 45 dias, até receber alta.

Atendimento eficaz

“Depois dessa experiência, eu nasci de novo”, relata Ronaldo. “A Postal Saúde representa muito para mim. Ter um plano de saúde é uma mão na roda, principalmente na minha idade, quando os problemas começam a aparecer”.

O beneficiário lembra de outra situação em que também foi salvo pelo plano de saúde, desta vez no ano de 1997.

“Naquela época eu jogava pelada com os amigos e praticava natação, mas o problema é que eu fumava e fui surpreendido com uma dor fulminante no peito. Era um infarto. Fui atendido na emergência pelo plano de saúde e graças a Deus escapei vivo. A partir dali, aconselhado pelo médico que me atendeu, abandonei completamente o vício, que poderia custar a minha vida”.

Recentemente, ele foi surpreendido com a febre Chikungunya, uma infecção causada pelo vírus de mesmo nome que provoca sintomas como aumento na temperatura corporal e mal-estar e fortes dores nas articulações. A doença é transmitida pela picada de dois mosquitos, o Aedes aegypti, comum nas cidades brasileiras, e o Aedes albopictus, mais restrito a locais com larga vegetação.

“Mais uma vez precisei do plano de saúde. Fui atendido no Hospital Memorial e ainda estou em tratamento médico”, conta Ronaldo, que sofre de hipertensão, diabetes e apresenta sobrepeso. Além disso, o beneficiário afirma que costuma usar o plano de saúde de forma periódica para realizar os exames preventivos, que incluem consultas, exames laboratoriais e de imagens, quando necessário.

Conscientização

Consciente de que deve cuidar da saúde e promover uma mudança de hábitos, ele diz que deixou de comer alimentos gordurosos e aderiu a uma dieta mais saudável. “Já perdi 20 quilos. Antes estava com 112”, relata o beneficiário, morador do bairro Tomás Coelho, na zona norte da capital carioca.

Quanto à atividade física, ele afirma que seu ofício o ajuda a não deixar o corpo parado. “Eu e outro colega somos responsáveis por apagar as luzes dos 29 andares do edifício-sede dos Correios aqui no Rio e também desligar os elevadores, o que é feito de forma gradativa a partir das 17h30”, acrescenta Ronaldo, detalhando uma espécie de “maratona” que só termina por volta das 20h. “É tranquilo. Gosto muito do que faço”, garante.

Ao receber informações sobre o programa Saúde em Dia, voltado aos beneficiários com alguma doença crônica (como hipertensão, diabetes, obesidade, entre outras), ele ficou animado com a ideia de ter um acompanhamento sistemático por uma equipe especializada. “A Postal Saúde aqui no Rio já me passou os contatos para eu fazer meu cadastro no programa”, alegra-se.

Definindo-se como “pai solteiro”, ele recorda que seu filho Robson Gustavo, hoje com 17 anos, também precisou usar o plano de saúde em uma emergência. “Ele tinha 8 anos quando sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles provocada pela linha de uma pipa. Passou por uma cirurgia e deu tudo certo”, relembra Ronaldo.

“Sou muito grato ao plano de saúde dos Correios. Todas as vezes que precisei sempre fui muito bem tratado”, conclui o beneficiário.


Por: Comunicação/Postal Saúde
Foto: Arquivo pessoal