Perguntas frequentes

Tire todas as dúvidas sobre a POSTAL SAÚDE


Com a POSTAL SAÚDE o seu plano vai continuar oferecendo as mesmas comodidades mas algumas mudanças serão imediatas! E vai melhorar ainda mais. As principais dúvidas que recebemos em nossa central de atendimento e por e-mail estão aqui.

O que mudou? Quem está sendo beneficiado? Por que é importante?




As experiências vividas nos últimos anos demonstram que a ECT, por ser uma empresa pública,
possui amarras oriundas de exigências legais e de modelo de gestão que não consegue dar as respostas à área de gestão e operacionalização do CorreiosSaúde no padrão e tempo que esse mercado requer. Nesse sentido, a ECT realizou estudos para desenvolver um novo modelo de operação que garantisse a continuidade da oferta do benefício plano de saúde aos empregados e seus dependentes e que proporcionasse uma solução a curto prazo para esses pontos críticos.

O modelo escolhido foi AUTOGESTÃO – CAIXA DE ASSISTÊNCIA, tendo a ECT como mantenedora e patrocinadora, o que significa dizer que a empresa continua responsável pela garantia financeira do plano de saúde e, consequentemente, com poder de gestão do plano.

O modelo permite que os Beneficiários participem do Conselho Deliberativo e Fiscal da Caixa de Assistência. Os empregados/beneficiários passam a ter poder para atuar diretamente na gestão e fiscalização da atuação da Postal Saúde, o que não ocorria na modalidade anterior.

O Plano CorreiosSaúde continua com as mesmas regras, o que é uma garantia para os beneficiários. Vale ressaltar que, além do estabelecido pelo TST, há uma Resolução da ANS na qual define que nos casos de transferência de carteira a nova operadora não pode alterar os direitos dos beneficiários sem a anuência dos mesmos.


Não ocorreu nenhuma alteração nas condições já oferecidas pelo plano CorreiosSaúde, como: cobertura de serviços, percentual de compartilhamento, forma de pagamento e abrangência geográfica.

A garantia da manutenção das condições do CorreiosSaúde é regulamentada pela Agência Nacional de Saúde.


As soluções adotadas pela operadora proporcionaram melhorias nos resultados financeiros, entre elas a economia de 33% na aquisição de Órteses, Próteses e Materiais Especiais, após a implantação do modelo de compra direta. Além disso, houve redução de 11% nos custos de assistência per capita, ao contrário de todas as outras operadoras de autogestão em saúde, que tiveram as despesas aumentadas. A diminuição desse custo é vantagem para o Beneficiário, pois incide diretamente nos valores de compartilhamento de despesas médicas descontados na folha de pagamento.

Todo o gerenciamento do plano passou a ser feito por meio de um sistema que contempla autorizações via internet ou central de atendimento, agilizando os atendimentos, os faturamentos e os processos de cotação, compra de materiais e auditoria, o que significa mais facilidade e maior economia.

Vantagens:

- regularização do plano CorreiosSaúde perante o órgão regulador, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), garantindo a perenidade do plano para os próximos anos;

- Cartão de identificação do Beneficiário (CIB, o cartão magnético para modernização e agilização do atendimento;

- Atendimento online para a realização de procedimentos, consultas e exames (fim da guia de papel);

- Central de Atendimento e relacionamento com o Beneficiário;

- Ouvidoria;

- Melhoria na fiscalização/auditoria nas contas médicas junto às redes credenciadas;

- Ampliação da rede credenciada;

- Postal de internet para acesso a extratos e rede credenciada.


De início cabe ressaltar que a avaliação a ser feita é quanto aos riscos para a ECT e seus empregados, caso fosse mantido o atual modelo de autogestão em RH. Nesse sentido, se faz necessário destacar e discorrer sobre um deles: a implantação da TISS, versão 3.0, até 30.11.2013, conforme Resolução Normativa/ANS nº 305, de 09/10/2012.

Essa é uma exigência que teve seu primeiro prazo estabelecido pela ANS para meados de 2007 (versões 1.0 e 2.0). Para cumprir com essa determinação a ECT efetuou diversas tentativas seja para desenvolver um sistema internamente (com recursos próprio ou contratado) ou a aquisição do licenciamento de um software de mercado, não obtendo o sucesso desejado, sendo que a execução das atividades do processo seria realizada com pessoal próprio. Diante das dificuldades encontradas, passou-se a considerar a alternativa de efetuar a contratação de uma empresa prestadora desse serviço e que, por consequência, já possui o sistema informatizado para suporte. De acordo com os procedimentos definidos pela Lei 8.666/93 a licitação para essa contratação poderia se alongar, em razão dos passos necessários e também por se tratar de uma licitação que seria muito disputada devido ao valor estimado para a prestação dos serviços. Além disso, pela complexidade dos serviços, qualquer que fosse a empresa vencedora do certame, o prazo entre a assinatura do contrato e o início da execução é de 90 a 120 dias. Portanto, permanecia o risco da ECT mais uma vez não cumprir o prazo dado pela ANS. O não atendimento dessa exigência fez com que os credenciados efetuassem diversas reclamações na ANS, gerando a abertura de um processo administrativo em que a ECT já recebeu notificação da ANS para uma multa em torno de R$ 700.000,00 (setecentos mil reais). Além da multa, a ANS poderia aplicar outras penalidades de cunho administrativo, inclusive com a intervenção na gestão do plano de saúde.

Além disso, os credenciados também ameaçaram suspender o seu credenciamento junto aos Correios, dadas as dificuldades que estavam encontrando para permanecer com o atendimento por meio do uso da guia de papel. De acordo com as normas da ANS, esse é um motivo que dá aos credenciados o direito de adotar essa medida. Na Região de Campinas já havia ocorrido essa situação. Os dois riscos acima descritos certamente acarretariam prejuízos para a ECT e para os beneficiários, devido a possível interrupção no atendimento e/ou queda na qualidade dos serviços prestados.

Sendo a POSTAL SAÚDE uma entidade de direito privado, ela terá condições de efetuar a contratação do suporte de TI e da prestação dos serviços necessários.

Os Beneficiários associados à POSTAL SAÚDE não recebem nenhum tipo de cobrança de mensalidade. Os atuais Beneficiários do plano CorreiosSaúde contribuem com as atuais regras de compartilhamento e formas de pagamento. Caso sejam criados planos de saúde complementares (plano família, pensionista, entre outros), serão efetuados atuarias que definirão a forma e os percentuais de pagamento.


A adesão dos Correios à POSTAL SAÚDE e se deu por meio da assinatura de um Termo de Adesão no qual constaram as responsabilidades de ambas as partes. Além disso, tanto a ECT como os demais patrocinadores farão a fiscalização por meio da atuação dos membros por elas indicados para os Conselhos Deliberativo e Fiscal, conforme as suas atribuições estabelecidas no Estatuto Social da POSTAL SAÚDE e nos Regimentos Internos dos referidos Conselhos.

Cabe ressaltar que essa fiscalização também se dará pelos Beneficiários, por meio de seus representantes eleitos para os Conselhos acima citados.

Todas as regras e condições atuais do plano de saúde serão mantidas, isso inclui os beneficiários cadastrados, forma de pagamento, compartilhamento, rede credenciada e cobertura de procedimentos.