Central do beneficiário

Janeiro Roxo: Campanha Nacional de Combate e Prevenção da hanseníase

Postado por Arlinda Carvalho em 17 Jan 2019 17:46


Considerada a enfermidade mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda hoje representa um problema de saúde pública no Brasil.

Para aumentar a visibilidade nacional da doença e de seus pacientes foi instituído por meio da Lei Federal 12.135 de 2009 o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Anualmente, em janeiro, são promovidas ações de conscientização sobre a hanseníase para marcar a data, lembrada no último domingo do mês.

Conhecida como Janeiro Roxo, a campanha é apoiada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), por intermédio do Departamento de Hanseníase. A iniciativa busca melhorar o controle da doença por meio da disseminação de informações especializadas e conscientização da população sobre sua gravidade, bem como a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces, contribuindo para a redução do preconceito acerca da doença

A Hanseníase

Doença tropical negligenciada, infectocontagiosa de evolução crônica, manifesta-se principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés.

É transmitida por um bacilo por meio do contato próximo e prolongado entre as pessoas. Seu diagnóstico, tratamento e cura dependem de exames clínicos minuciosos e, principalmente, da capacitação do médico.

No entanto, fica o alerta: quando descoberta e tratada tardiamente, a hanseníase pode trazer deformidades e incapacidades físicas. No Brasil, o tratamento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas unidades básicas de saúde.

Sinais

Os sinais da hanseníase são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, geralmente com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio ou ao tato. Também podem ocorrer caroços na pele, dormências, diminuição de força e inchaços nas mãos e nos pés, formigamentos ou sensação de choque nos braços e nas pernas, entupimento nasal e problemas nos olhos.

“O atendimento é feito por equipes multiprofissionais e o dermatologista tem um importante papel no diagnóstico e tratamento. É responsável pela avaliação clínica do paciente, com aplicação de testes de sensibilidade, avaliação e monitoramento da função dos nervos periféricos. É um médico que está apto a fazer uma biópsia ou pedir exames laboratoriais, caso evidencie alguma lesão suspeita no paciente”, explica a médica dermatologista Sandra Durães, coordenadora da Campanha Nacional de Hanseníase da SBD.

Transmissão

A transmissão da hanseníase ocorre pela respiração e a partir do contato com pacientes ainda não tratados. Em tese, todas as pessoas estão expostas, no entanto, a maioria delas possui uma resistência natural e não adoece, mesmo quando entram em contato com o bacilo. Os grupos de maior risco são familiares e pessoas próximas de pacientes. Dessa forma, como parte das ações de controle, todos os indivíduos que mantêm contatos próximos com os pacientes devem ser examinados visando ao diagnóstico precoce.

Alerta

O Brasil vem se mantendo em segundo lugar mundial no número de casos novos de hanseníase diagnosticados anualmente, sendo superado apenas pela Índia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2017, 150 países contabilizaram 210.671 novos casos da doença, o que corresponde a 2,8 casos a cada 100 mil habitantes.

No Brasil, no mesmo ano, foram detectados 26.875 casos novos, o que expressa 12,9 casos a cada 100 mil habitantes. Entretanto, há uma heterogeneidade dos números nas regiões do país. Os estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará, e Piauí são os que apresentam os maiores índices de casos da doença.

“Apesar de ser uma doença manifestada na pele, a transmissão acontece por pequenas gotas de secreção que saem na respiração do paciente sem tratamento. Ao penetrar no organismo, a bactéria inicia uma luta com o sistema de defesa do paciente. O período em que a doença pode ficar escondida no organismo é prolongado, e pode variar de dois a sete anos”, explica o médico dermatologista da Diretoria da SBD, Dr. Egon Daxbacher.

Tratamento e cura

A doença acometeu a humanidade por centenas de anos sem que houvesse tratamento, o que provocou muita discriminação e isolamento dos pacientes.

No entanto, atualmente existem antibióticos bastante eficazes contra a hanseníase, que pode ser tratada e curada, sem que o paciente precise se afastar da sua rotina.

Quanto mais rápido o paciente iniciar o tratamento adequado, mais rapidamente a doença deixa de ser transmissível e menor as chances de surgirem incapacidades físicas.

Por isso, é muito importante a conscientização da população e dos profissionais de saúde visando ao reconhecimento rápido e do maior número de casos precoces da doença. O tratamento atual é feito entre seis a doze meses, à base de medicamentos.


Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Foto: Sotck Photos


Dica de saúde: os melhores alimentos termogênicos

Postado por Caio Melo em 16 Jan 2019 11:03


A combinação maçã e canela está presente em quase todas as dietas termogênicas

Dietas ricas em alimentos termogênicos são muito procuradas por pessoas que praticam atividade física regular, com o objetivo de otimizar a perda de peso e o ganho de massa muscular.

Os alimentos termogênicos são aqueles que apresentam dificuldade em ser digeridos pelo organismo, fazendo com que esse consuma maior quantidade de energia para realizar a digestão.

Todos os alimentos são considerados termogênicos, porém existem alguns que se destacam mais que os outros porque induzem o metabolismo a trabalhar com ritmo acelerado gastando, assim, mais caloria. Isso acontece porque o metabolismo é acelerado e corpo aumenta o gasto energético, consumindo mais reservas de energia, como a gordura.

Biologicamente, o que acontece com o organismo é um estímulo ao sistema nervoso central, que ativa o estado de alerta. Com isso, ocorre uma aceleração cardíaca, dilatação dos brônquios e a queima do glicogênio para obtenção de energia.

A aceleração cardíaca bombeia mais sangue e, consequentemente, mais nutrientes chegam às células e aos tecidos, melhorando o rendimento nos exercícios e na queima da gordura. A broncodilatação permite mais fluxo de oxigênio, também melhorando o rendimento em exercícios aeróbicos e a glicogenólise libera mais energia. Somando todos esses efeitos, os indivíduos acabam queimando mais calorias mesmo em atividades comuns.

No entanto, é fundamental saber que, apesar de auxiliar no emagrecimento, o consumo de termogênicos não dispensa o acompanhamento de uma dieta equilibrada e exercícios físicos regulares.


Onde encontrar termogênicos

Existe uma longa lista de alimentos com efeito termogênico. Entre os principais, podemos citar pimenta vermelha, gengibre, canela, guaraná em pó, vinagre de maçã, chá verde, chá mate e chá de hibisco.

Também existem os suplementos industrializados que possuem apenas o princípio ativo termogênicos dos alimentos. Naturalmente, o uso destas substâncias deve ser prescrita por um profissional.


Pimenta vermelha e gengibre são alguns dos termogênicos mais comuns


Cuidados com os termogênicos

Apesar de aparentemente serem excelentes para a saúde, é preciso ter cuidado com os termogênicos. Eles são contraindicados em casos de hipertensão arterial, arritmias cardíacas, insônia e ansiedade, entre outras condições físicas.

Consumir uma grande quantidade de termogênicos também não faz com que os benefícios sejam maiores. O ideal é manter o consumo dentro de um limite pré-estabelecido, para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial.

Vale o lembrete: por causa destas restrições, o uso de termogênicos deve ser recomendado apenas por profissionais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) possui uma lista de suplementos termogênicos proibidos no Brasil, por conter elevadas doses de cafeína e outras substâncias que podem apresentar risco à saúde. Utilize os canais de comunicação da Agência para tirar dúvidas sobre o assunto – clique aqui.


Fonte: M de Mulher, Minha Vida, Terra, Mundo Educação.
Fotos: Stockphotos

Janeiro Branco conscientiza população em favor da saúde mental

Postado por Filipe em 14 Jan 2019 09:43

Janeiro Branco é uma campanha relativamente nova e que contou com a internet e as redes sociais para se tornar mais conhecida em todo o Brasil. A preocupação é com a conscientização da população sobre problemas decorrentes da saúde mental e emocional - que tem crescido no país, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (temos altos índices de ansiedade e depressão, além de estarmos no oitavo lugar entre os países com mais suicídios).

Apesar de a necessidade de discutir o assunto ser evidente, ainda é um tabu levantar tópicos relacionados a depressão, fobias, ansiedade e pânico. Para evitar que a matéria seja mantida de lado, ações por todo o Brasil estão difundindo conceitos e tirando dúvidas comuns, por meio de eventos como palestras e debates.

Por que Janeiro Branco?

O primeiro mês do ano foi escolhido e não foi aleatoriamente. Os idealizadores aproveitaram o sentimento de renovação e planejamento que naturalmente aflora com o Ano Novo, a fim de colocar a saúde mental também entre as prioridades das pessoas para os 12 meses seguintes.

Já o Branco também representa o recomeço, um quadro ou uma folha vazia que pode ser preenchida com novas histórias, novas imagens, deixando para trás os medos e os preconceitos sobre a saúde emocional.

O que fazer?

Primeiro, é fundamental que seja esquecido o estigma de que cuidar da saúde mental é “coisa de louco”. Ir ao psicólogo e se aprofundar em temas como ansiedade e medo tem que ser tratado com naturalidade. A origem desse preconceito vem de uma cultura de higienização da sociedade, na qual as pessoas que admitiam ter problemas emocionais eram isoladas, taxadas como incapazes e viravam uma “ameaça aos saudáveis”. Com isso, o trabalho dos psicólogos também foi manchado, pois equivocadamente eram rotulados como os “médicos dos loucos”.

Hoje, com mais informação, há uma compreensão maior do papel dos profissionais que cuidam da saúde mental. Apenas na Postal Saúde, são mais de 2 mil opções na rede credenciada para os beneficiários que necessitem de acompanhamento, entre clínicas, hospitais, cooperativas e consultórios, entre outras opções.

O Janeiro Branco já é tema de 30 leis municipais e estaduais pelo Brasil, o que mostra como o trabalho de conscientização tem sido eficiente.


Para mais informações sobre a campanha, acesse o site www.janeirobranco.com.br e siga no Facebook e no Instagram.

E lembre-se: qualquer forma de tratamento deve ser acompanhada por um profissional!

Quem cuida da mente, cuida da vida.



Atraso na postagem dos boletos dos afastados – Janeiro de 2019

Postado por Caio Melo em 11 Jan 2019 11:27

A Postal Saúde informa que ocorreu atraso na postagem dos boletos de janeiro de 2019 dos empregados afastados, em função de um problema na impressão.

Os boletos já estão disponíveis no site da Postal Saúde, pelo endereço http://boleto.postalsaude.com.br/index.php/.

Em função do erro, o beneficiário afastado poderá efetuar o pagamento até o dia 30/1/2019, em qualquer banco, utilizando o mesmo documento com vencimento de 15/1/2019, sem qualquer cobrança de multa ou atualização monetária.

Começam as inscrições para as Eleições do Conselho Deliberativo da Postal Saúde

Postado por Caio Melo em 04 Jan 2019 16:11

A Postal Saúde vai realizar, entre os meses de janeiro e março de 2019, a eleição de dois representantes titulares e seus respectivos suplentes para o seu Conselho Deliberativo, com mandato de quatro anos a contar da data de posse. Os membros a serem escolhidos representarão os beneficiários do plano no colegiado da Operadora.

A primeira etapa são as inscrições dos candidatos, que poderão ser feitas a partir das 10h do dia 7 de janeiro até as 18h do dia 18 de janeiro de 2019, acessando o endereço http://postalsaude.eleja.com.br/. O requerimento, acompanhado os documentos citados no item 6.4 do edital eleitoral, disponível no hotsite, deverão ser protocolados na sede da Postal Saúde, até as 18h do dia 18 de janeiro de 2019, conforme previsto no Calendário Eleitoral.

A votação ocorre entre os dias 11 e 15 de março de 2019, por meio de processo eletrônico, garantindo o voto direto, secreto e facultativo. Todas as orientações para votar serão disponibilizadas posteriormente, com o envio da carta-senha para a residência dos beneficiários.

A apuração dos votos será feita após o encerramento do período de votação, no âmbito da Assembleia Geral Ordinária, especialmente convocada e com o acompanhamento da empresa de auditoria independente.

Esta eleição está prevista no Estatuto Social da Postal Saúde e é a oportunidade para os beneficiários elegerem seus representantes nas decisões estratégicas da Operadora.

Sobre o Conselho Deliberativo — é o órgão de orientação estratégica da Postal Saúde e de superior deliberação. É composto por seis membros titulares e seus respectivos suplentes, sendo que três membros titulares e seus respectivos suplentes são indicados pela Mantenedora e Patrocinadoras. Os outros três membros e seus respectivos suplentes, representantes dos associados beneficiários, são eleitos por meio de Eleição.

Confira o edital das eleições, regulamento e demais documentos no hotsite da Eleição. Para dúvidas e mais informações, o beneficiário pode enviar e-mail para eleicoes2019@postalsaude.com.br.

Eleições Conselho Deliberativo 2019: Feita por você e para você!

Dica de saúde: o que precisa ou não ficar na geladeira?

Postado por Filipe em 27 Dec 2018 14:35

As geladeiras normalmente ficam cheias de alimentos que poderiam ser armazenados do lado de fora. Então, por que tanta gente insiste em colocar quase tudo dentro delas?

Uma rede britânica de supermercados reacendeu essa polêmica recentemente ao dividir parte do seu estoque de ketchup entre prateleiras convencionais e o refrigerador. O Asda explicou pelo Twitter que tentou agradar os clientes. Foram ouvidas 2,6 mil pessoas em uma pesquisa da rede: 54% disseram que o ketchup deve ficar em temperatura ambiente, enquanto 46% afirmaram que deve ficar refrigerado.

Afinal, alimentos como ovos, manteiga e algumas frutas precisam necessariamente ficar o tempo todo refrigerados? Polly Russell, historiadora de alimentos do programa da BBC Back in Time for Dinner (De Volta no Tempo para Jantar, em tradução livre), diz que refrigerar comida poderia ser considerado "bizarro" no passado.

Russell observa que muitas marcas britânicas, em especial de molhos e de ketchup, eram vendidas antes de as pessoas terem geladeira em casa. "No passado, famílias não tinham geladeiras, apenas caixas térmicas ou vasilhas com gelo, no caso dos ricos", recorda Russell. "Esses produtos eram salva-vidas para donas de casa, porque adicionavam sabor à comida."

O nível de acidez desses alimentos, junto com seu conteúdo, que leva sal e açúcar, os torna microbiologicamente seguros para serem mantidos em temperatura ambiente.

O programa Further Back in Time for Dinner tenta reproduzir em detalhes uma época específica do passado e simular como as refeições eram preparadas e consumidas. As "cobaias" são famílias que topam participar do show e "voltar no tempo" para jantar em épocas em não existia eletricidade ou equipamentos sofisticados na cozinha.

Na última temporada, a família Robshaw foi enviada para uma casa dos anos 1900. Vestidos com roupas da época, eles se deparam com uma cozinha com um armário e um recipiente estofado em vez de um refrigerador ou congelador.


Segurança alimentar

Isso começou a mudar por volta de 1961, quando 20% das famílias britânicas já tinham uma geladeira em casa, segundo uma pesquisa de Russell. No entanto, na mesma época, metade das famílias já eram donas de um aparelho de TV.

Foi somente a partir de 1968 que metade dos britânicos passaram a ter geladeiras. Quase 70 anos depois, a maioria das pessoas é obcecada pelo aparelho. Russell avalia que agora há uma "grande ansiedade" sobre a segurança alimentar, o que faz com que a tendência seja resfriar alimentos mesmo quando isso não é necessário. "Os consumidores não confiam no que compram e ouvem mensagens contraditórias sobre o que é ou não seguro", diz.


Dentro ou fora?

O Serviço de Saúde do Reino Unido (NHS) faz algumas recomendações sobre a melhor forma de armazenar certos alimentos:

- Ketchup: pode ter a cor e o sabor alterados se ficar fora da geladeira, mas sua acidez garante que seja seguro consumi-lo mesmo assim.

- Tomates: perdem o sabor se forem refrigerados, porque a produção de enzimas é reduzida.

- Bananas: dentro da geladeira, aumenta o prazo para consumo, mas precisam amadurecer do lado de fora antes.

- Abacates: não amadurecem apropriadamente se forem refrigerados ainda verdes.

- Ovos: é melhor mantê-los na geladeira, assim, serão armazenados a uma temperatura constante.

- Sobras de alimentos: é preciso esperar que esfriem antes de colocá-las na geladeira, mas precisam ser consumidas em no máximo dois dias.

- Pão: podem ressecar e até envelhecer mais rápido dentro da geladeira, mas podem ser congelados.

- Cebolas e batatas: melhor manter em um armário fresco e escuro.

- Manteiga: mantenha no refrigerador, em especial as sem sal, mas pode ficar do lado de fora por um dia ou dois.


'Medo cultural'

Algumas pessoas estão tentando resistir a essa ânsia de guardar tudo refrigerado. "Se mais pessoas se dedicarem a preservar os alimentos, podemos reduzir a necessidade do uso da geladeira", diz Caroline Aitken, professora de preservação de alimentos de Dartmoor. Aitken ensina sobre a permacultura, movimento que começou na década de 1970 e promove a autossuficiência, cultivando alimentos naturalmente e minimizando o desperdício

Aitken emenda que existe um "medo cultural" de deixar o alimento fora do refrigerador e vê-lo estragar. Como solução, ela sugere a conserva de alimentos, usando sal e água. Para o caso de alguns doces, como geleia, ela propõe conservas açucaradas. "Eu geralmente adiciono três colheres de sal para cada dois quilos de legumes triturados", diz ela. "O chucrute (conserva de repolho fermentado) e o kimchee(fermentado coreano de vegetais) são ótimos."

Aitken diz que as pessoas costumam exagerar ao guardar alimentos na geladeira, mesmo depois de cozidos. "Você tem como mantê-los frios do lado de fora", disse ela. "Se eu faço um cozido, por exemplo, posso guardá-lo em um pote apoiado em um chão de pedra para comê-lo no dia seguinte", completa.

De acordo com o governo britânico, os custos de eletricidade para manter funcionando um refrigerador comprado em 2013 por aproximadamente 12 anos e meio é de aproximadamente 270 libras (R$ 1,1 mil). Mas viver sem esse aparelho pode ser difícil. Até mesmo Aitken diz refrigerar algumas coisas, como seu iogurte caseiro. "Eu só não exagero: tomates, frutas cítricas e ovos não devem ficar na geladeira."


Fonte: BBC News

Fotos: Divulgação/Internet

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