Central do beneficiário

Série Eu, minha trajetória profissional e meu plano de saúde — Luiz Gonzaga Pereira Batista

Postado por Arlinda Carvalho em 17 Nov 2017 11:36

Com o objetivo de valorizar a experiência de vida dos beneficiários da Postal Saúde, titulares do plano de assistência médico-odontológica oferecida pelos Correios, a Postal Saúde inicia, neste mês de novembro, uma série de matérias intitulada “Eu, minha trajetória profissional e meu plano de saúde”.

Os textos comporão um arquivo vivo de histórias, lembranças e fatos cujos protagonistas são aqueles que fazem dos Correios uma das empresas mais respeitadas no Brasil e no mundo — e da Postal Saúde um plano de assistência médico - odontológica que se firma cada vez mais no mercado de autogestão em saúde.

Nesta primeira série, trazemos a história do aposentado Luiz Gonzaga Pereira Batista. Presidente da Associação Nacional dos Aposentados dos Correios e “amante confesso” da empresa que o acolheu aos 16 anos de idade, ele afirma que a Postal Saúde representa segurança e tranquilidade. Série Eu, minha trajetória profissional e meu plano de saúde: "O plano de saúde dos Correios faz parte de minha história”, afirma o aposentado.


Uma das atividades de seu Luiz Gonzaga na Associação é ler as centenas de
correspondências que chegam de todas as partes do país,
a maioria com demandas dos aposentados


Aos 82 anos, 39 dos quais dedicados aos Correios, o aposentado Luiz Gonzaga esbanja vitalidade. Beneficiário do CorreiosSaúde, ele é exemplo de que manter a mente ocupada é essencial para garantir a lucidez e conquistar a tão sonhada longevidade. Essa disposição sempre fez parte de sua vida. Uma vida que se confunde com o amor que até hoje sente pelos Correios, e que marcou sua trajetória na empresa.

Nessa simbiose, é difícil saber onde começa e onde termina sua vida pessoal e profissional desde sua admissão na empresa, aos 16 anos, até os dias de hoje. Foi ele quem fundou, em 1991, a Associação Nacional dos Aposentados dos Correios (AAC).

Presidente da entidade desde então, — com interrupção de apenas dois anos — seu Luiz Gonzaga tem uma rotina como qualquer trabalhador comum, com duas únicas exceções: não é remunerado e permite-se não trabalhar às sextas-feiras.

Formado em Direito, ele chegou a exercer a profissão fora dos Correios. O diploma permite que alguns colegas da Associação o chamem carinhosamente de “doutor Luiz Gonzaga”.

Em entrevista exclusiva à Postal Saúde, na sede da Associação, em Brasília, ele relembra com amor e saudades do “inesquecível” ano de 1952, quando foi admitido no então Departamento de Correios e Telégrafos (DCT) como “tarefeiro”, lotado no Setor de Comunicações, em Juiz de Fora (MG).

“Depois disso exerci várias outras atividades no Rio de Janeiro e em Brasília. Fui assistente de chefe de departamento e chefe de seção. Sempre trabalhei lidando com pessoas”, pontua.

Carisma — Durante o período da ativa, o mineiro de Juiz de Fora que adotou os Correios como sua família e preferiu não casar, nem ter filhos, construiu laços afetivos e duradouros que vão além daqueles estabelecidos pela consanguinidade.

Como chefe de seção, seu Luiz Gonzaga conseguiu, com seu carisma, conquistar o amor e a amizade dos colegas e subordinados. Uma das lembranças marcantes dessa época é ilustrada por uma televisão a pilha que ganhou dos colegas do departamento. É uma das relíquias que conserva até hoje.

Cena pitoresca — Outra relíquia são as fotografias. Algumas decoram as paredes da Associação que preside. Uma delas, curiosamente, é a de um gavião em voo rasante sendo alimentado por um cozinheiro (ou seria garçom?) no vagão de um trem em movimento.

O responsável pela cena pitoresca era um dos “condutores de malas” do antigo Departamento de Correios e Telégrafos. E o vagão escolhido pela ave era reservado aos Correios, para transporte de cartas.

“Quando o trem passava, o gavião se aproximava e o condutor de malas oferecia o alimento. A ave fisgava a carne diretamente da mão dele”, conta, reportando-se à década de 1950.

A cena se repetiu durante muitos anos e chegou a virar folclore entre os empregados dos Correios. Desconfiava-se que o hábito inusitado das aves de rapina tenha passado de uma geração para outra.

União Postal Universal Relembrar os velhos tempos funciona como uma terapia. Os olhos de seu Luiz Gonzaga brilham e as recordações inundam a mente e o coração do aposentado, que sempre nutriu o gosto pela cultura. Aprender francês foi uma de suas conquistas.

“O interesse pelo francês surgiu porque em uma determinada época os Correios eram filiados à União Postal Universal, com sede na Suíça e que agregava os correios do mundo inteiro. Então às vezes a gente precisava conhecer alguns termos da língua francesa. Mas também estudei Cultura inglesa e alemã”, orgulha-se.

Solidariedade — Em sua vida laboral, Luiz Gonzaga acabou desenvolvendo uma característica que lhe acompanha até hoje: o altruísmo, a capacidade de ajudar o próximo sem exigir nada em troca. Mas ele mesmo não se apropria dessa virtude.

A rotina do aposentado, no entanto, confirma a natureza solidária de sua personalidade. Ele chega na Associação — que sempre funcionou no subsolo do edifício-sede dos Correios, em Brasília/DF — por volta das 8h30 da manhã e trabalha até o meio dia. Retorna às 14h e finaliza o expediente às 16h.

Atividades — Uma das atividades de seu Luiz Gonzaga é ler as centenas de correspondências que chegam de todas as partes do país. A maioria delas traz demandas dos aposentados.

Sentado à cabeceira da mesa de reuniões, ele confere o assunto das correspondências e as distribui entre as cinco diretorias. Enquanto isso, pode atender a telefonemas, receber aposentados que se dirigem à sede da entidade, escrever cartas para os associados e realizar outras tarefas.

São muitas as atividades. Na sexta-feira, descansa e dedica o tempo livre às questões pessoais. Mora sozinho e costuma visitar os familiares em Minas Gerais.

Benefícios — “No início, nos reuníamos aqui nessa sala, sem grandes pretensões, apenas para evitar a dispersão dos colegas. Depois, criamos a Associação e hoje temos um leque de benefícios oferecidos, além de convênios e parcerias que facilitam a vida dos aposentados e seus dependentes”, conta Luiz Gonzaga.

Com representações estaduais, a AAC conta com 10 mil associados e integra a Federação dos Aposentados, Aposentáveis e Pensionistas dos Correios e Telégrafos (Faaco), com sede em Salvador.

Celebração à vida — Mas além da resolução de problemas, há, nessa rotina, um lado prazenteiro, de gratidão à vida; de celebração, mesmo. Os aposentados participam de viagens em grupos e de uma série de atividades sociais e artísticas, realizadas por meio de convênios.

Já virou tradição o café da tarde dos aposentados dos Correios na sede da entidade. A confraternização acontece sempre na última terça-feira do mês, em comemoração aos aniversariantes do período. É um momento agradável e de descontração, onde cada um pode compartilhar vivências, discutir assuntos de interesse da classe, viver sonhos e recarregar as energias.

Postal Saúde Entre uma história e outra, seu Luiz Gonzaga pede desculpas por deixar escapar algum detalhe que a memória lhe rouba. Apesar de gozar de boa saúde, em dezembro do ano passado foi surpreendido com um incômodo no olho esquerdo. Procurou o médico. Atendido pela Rede Credenciada da Postal Saúde, foi submetido a uma pequena cirurgia a lazer nos dois olhos.

“Ter um plano de saúde traz mais segurança e tranquilidade para a gente, principalmente na aposentadoria, que é quando mais precisamos”, ressalta.

Além disso, ele diz que se sente muito bem representado na Unidade de Representação Regional da Postal Saúde no Distrito Federal (URR-DF). “Temos uma defensora dos aposentados na Postal Saúde, que é a Madalena, além de outros empregados, como por exemplo a Adriana Helena, que há tempos tem colaborado com os aposentados dos Correios”, diz, referindo-se à supervisora da Postal Saúde, Maria Madalena de Araújo (empregada dos Correios desde 1982) e à analista Adriana Helena Rodrigues.

Fazer o bem — Sobre o segredo da fórmula para manter-se ativo aos 82 anos de idade, ele é enfático: “Ocupar a mente e fazer o bem. Acho que quando fazemos o bem ao outro, esse bem sempre retorna para a gente”, ensina. “Além disso, sempre gostei de ler. A leitura também ajuda muito”.

Declaração de amor — Depois de algumas horas de entrevista, na sede da Associação, Luiz Gonzaga encerra o bate-papo com uma declaração de amor. “Os Correios são minha vida. Toda a experiência que acumulei, os conhecimentos que adquiri, o aprendizado de vida e a minha existência se devem aos Correios, e o plano de saúde faz parte dessa história”, conclui.


Por: Postal Saúde
Fotos: Banco de imagens Postal Saúde

Diabetes: prevenção, sintomas e cuidados

Postado por Arlinda Carvalho em 14 Nov 2017 16:54

O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento da doença: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. Além disso, pode ser necessário apoio psicológico.

Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados. O mau controle resulta em prejuízo para a saúde e em uma grande probabilidade de desenvolver complicações. Por isso, a Organização Mundial de Saúde estabeleceu a data 14 de novembro como o Dia Mundial do Diabetes, com o objetivo de conscientizar a população sobe a prevenção da doença e os cuidados durante o tratamento.

Sinais e Sintomas

O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como: sede excessiva, rápida perda de peso, fome exagerada, cansaço inexplicável, muita vontade de urinar, má cicatrização, visão embaçada, falta de interesse e de concentração, vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.

Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.

No caso do diabetes tipo 1, os sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, os sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com predisposição à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Diabetes tipo 1

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

Diabetes tipo 2

O Tipo 2 do diabetes aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina ou outros medicamentos para controlar a glicose. A boa notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto


A boa notícia é que o aleitamento materno pode
reduzir
o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto


Diabetes Gestacional

O diabetes gestacional é um problema que surge durante a gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce. A doença aparece quando o corpo não consegue fabricar a insulina em quantidade suficiente.

Como identificar o diabetes gestacional?

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.

Quais são os fatores de risco?

Idade materna mais avançada;

Ganho de peso excessivo durante a gestação;

Sobrepeso ou obesidade;

Síndrome dos ovários policísticos;

História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;

História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);

História de diabetes gestacional na mãe da gestante;

Hipertensão arterial na gestação;

Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

É possível controlar?

O controle do diabetes gestacional é feito, na maioria das vezes, com a orientação nutricional adequada. Para cada período da gravidez, uma quantidade certa de nutrientes. A prática de atividade física é outra medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contraindicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.

As gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física têm indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratadas de maneira adequada, terão excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Cuidados

O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. Aproximadamente seis semanas após o parto, a mãe deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos.

Uma ótima notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas completam essa ‘fórmula infalível’.

Fonte: http://www.diamundialdodiabetes.org.br/


FotoS: Stock Photos

​10 de novembro: Dia Nacional de Combate à Surdez

Postado por Arlinda Carvalho em 08 Nov 2017 19:00


Com o diagnóstico de perda auditiva,
o uso de aparelhos auditivos pode ser indicado

No dia 10 de novembro, especialistas brasileiros alertam sobre a importância das ações de combate e prevenção à surdez. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 1,1 bilhão de pessoas entre 12 e 35 anos de idade correm o risco de ter perdas auditivas irreversíveis porque escutam música com volume muito alto em fones de ouvido. Atualmente, problemas de audição provocados por causas diversas já afetam 360 milhões de indivíduos, dos quais 32 milhões são crianças.

A OMS define como audição normal a de pessoas que conseguem escutar sons de até 25 decibéis ou mais baixos nos dois ouvidos. Uma audição abaixo desse limiar é considerada como perda auditiva.

Causas

Segundo a Organização, as causas das perdas ou deficiências auditivas podem ser congênitas ou adquiridas. As causas congênitas são aquelas provocadas por rubéola congênita; sífilis e outras infecções durante a gravidez; nascimento abaixo do peso ideal; falta de oxigênio na hora do parto; uso inapropriado de medicamentos ao longo da gestação; e icterícia neonatal (um problema de saúde que pode danificar o nervo auditivo em recém-nascidos).

Já as causas adquiridas são aquelas ocasionadas por meningite; sarampo; caxumba; infecções crônicas no ouvido; otite média; lesões na cabeça ou no ouvido; e uso de alguns remédios, como os utilizados no tratamento de infecções neonatais, malária, câncer e tuberculoses agressivas.

Esse conjunto de fatores também inclui a exposição a quantidades excessivas de ruído — seja no espaço de trabalho, como o contato com o barulho de máquinas e explosões, seja em atividades recreativas, como escutar música em fones de ouvido por tempo prolongado e a volumes muito altos ou frequentar shows, bares e eventos esportivos.

O envelhecimento e o acúmulo de cera — ou outras partículas estranhas — também são citados pela OMS como causas adquiridas.

Uso de aparelhos auditivos

Com o diagnóstico de perda auditiva, o uso de aparelhos auditivos pode ser indicado. As próteses têm um papel importante no resgate da qualidade de vida das pessoas, pois reduzem o isolamento social e oferecem benefícios que estão muito além da reabilitação auditiva. Por isso, recomenda-se que as pessoas com perda auditiva não adiem a adaptação dos aparelhos.

Como proteger sua audição

A OMS recomenda a “escuta segura”, ou seja, práticas que protegem os ouvidos de ruídos muito altos em atividades ocupacionais ou de lazer. Segundo a agência da ONU, a “escuta segura” depende da intensidade, duração e frequência dos estímulos sonoros. O limiar de segurança definido por especialistas e pela OMS é de sons com volume de 85 decibéis, que podem ser ouvidos por um máximo de oito horas. Conforme o volume aumenta, o tempo seguro de exposição cai dramaticamente.

Por exemplo, o som produzido pelo trem do metrô — estimado em cem decibéis — pode ser escutado sem danos à saúde por apenas 15 minutos por dia.

O som produzido por aparelhos pessoas para ouvir música pode variar de 75 decibéis até 136 decibéis — o que exige dos usuários mais atenção na hora de utilizar fones de ouvido. Em boates e bares, o volume pode chegar até 112 decibéis.

Hábitos saudáveis

As práticas de “escuta segura” incluem o uso de tampões para os ouvidos, capazes de reduzir em até 45 decibéis a altura do que é escutado, e também de fones que isolam o ruído do ambiente — o que previne o usuário de smartphones ou players de MP3 de aumentar demasiadamente o volume. A OMS também sugere que as pessoas recorram a aplicativos que medem o nível de exposição a estímulos sonoros. Isso dá autonomia para que os próprios indivíduos consigam se proteger.

Confira alguns hábitos saudáveis:

1 – Respeite os intervalos de repouso sonoro quando a exposição a altos níveis de intensidade é constante;

2 – Use protetores auditivos quando recomendado, principalmente em locais de trabalho que causam risco à audição pela exposição a altos níveis de intensidade sonora;

3 – Mantenha afastados dos ouvidos objetos pontiagudos;

4 – Use o cotonete para limpeza do excesso de cera na parte mais externa do ouvido e para secar a orelha (jamais deve ser introduzido no canal);

5 – Evite a automedicação;

6 – Evite a exposição prolongada a sons em forte intensidade. Para isso, controle o volume do seu MP3, TV ou som do carro.


Por: Comunicação/Postal Saúde
Fontes: ONU Brasil
Direito de ouvir – aparelhos auditivos

Leia também: A importância do teste da orelhinha para recém-nascidos

Atenção para os canais de envio de documentação para cadastro

Postado por Filipe em 06 Nov 2017 15:55


Ainda tem dúvidas sobre os canais de envio de documentação de cadastro da Postal Saúde? Fique atento para enviar para o local certo, pois isso acelera o processo, evita retrabalhos e garante uma resposta mais ágil.


Canais:

Nos casos de envio de documentos por meio físicos, nossa Caixa Postal (9555 , CEP: 70.040-906 - Brasilia- DF) está disponível para receber a documentação de todas as modalidades de cadastro, tais como:

- Inclusão, (Exceto de titulares e pai e ou mãe que estão suspensos, conforme RN 254/2011- ANS)

- Exclusão, (exceto de filhos(as) menores de 21 anos, conforme preconiza no MANPES- Manual de Pessoal dos Correios

- Recadastramento de Aposentados,

- Recadastramento de pai e/ou mãe,

- Renovação de filho(a) universitário(a) e

- Beneficiários que aderiram ao Programa de Demissão Incentivado/PDI.

- Beneficiários anistiados


Para novas inclusões, como filhos(as), enteado(as), cônjuge, companheiro(a) e convivente do mesmo sexo, renovação de filho(a) universitário(a), recebemos por meio virtual, no e-mail: cadastro@postalsaude.com.br


Exclusivamente para recadastramento de beneficiários na modalidade pai e/ou mãe:

E-mail: recadastramentodepaiemae@postalsaude.com.br


Exclusivamente para recadastramento de aposentados:

E-mail: aposentado.cadastro@postalsaude.com.br


Em casos de atualização exclusivamente de endereço, telefone e e-mail, temos ainda dois canais disponíveis:

- Central de Atendimento da Postal Saúde - 0800.888.8116, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive sábados , domingos e feriados; ou

- Unidade de Representação Regional (URR), cujas informações de contato podem ser consultadas clicando aqui.

​Já está em vigor contrato de reciprocidade entre Postal Saúde e Unimed Campinas

Postado por Arlinda Carvalho em 01 Nov 2017 18:36


Ariovaldo Câmara (terceiro à dir.), Guilherme Campos (segundo à dir.)
e João Bosco Filho (primeiro à dir.) durante a assinatura

do convênio de reciprocidade com a Unimed Campinas, dia 2 de outubro



Desde quarta-feria (1/11), os beneficiários da Postal Saúde já podem utilizar a rede credenciada da Unimed Campinas. A boa notícia é consequência do convênio de reciprocidade firmado no dia 2 de outubro entre as duas operadoras, para compartilhamento da rede de assistência médica, ambulatorial e hospitalar.

Com isso, de agora em diante os beneficiários que solicitarem atendimento na rede credenciada da Unimed Campinas devem apresentar o Cartão de Identificação do Beneficiário (CIB) da Postal Saúde, e não mais a carteirinha da Unimed.


Caso haja algum problema com relação a esse procedimento, o beneficiário deverá ligar para a Central de Atendimento ao Beneficiário, no 0800 888 8116, ou entrar em contato com a Unidade de Representação Regional de São Paulo Interior (URR-SPI), que tomará as providências para agilizar o atendimento.


A parceria tem por objetivo aprimorar a assistência médico-hospitalar dos beneficiários da Postal Saúde na região. Estiveram presentes na assinatura do convênio os presidentes dos Correios, Guilherme Campos, e da Postal Saúde, Ariovaldo Câmara, além do gerente de Negociação e Credenciamento da Operadora, João Bosco Crema Filho.


Na avaliação de Ariovaldo, essa forma de parceria contribui para inovar a gestão, otimizar o atendimento e fortalecer os vínculos entre as operadoras de saúde, numa troca em que todos saem ganhando. “Essa modalidade de reciprocidade, estabelece um vínculo de solidariedade e confiança entre as operadoras, aprimorando o serviço para o beneficiário”, destaca Ariovaldo.


Municípios — Serão abrangidos pela parceria os municípios de Artur Nogueira, Cosmópolis, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Jaguariúna, Monte Mor, Paulínia, Santo Antonio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.


Mais informações:

Central de Atendimento ao Beneficiário: 0800 888 8116


Unidade de Representação Regional de São Paulo Interior (URR-SPI)

Avenida Getúlio Vargas, nº 18-46 - 3º andar, Sala 301 a 307 - Jardim Europa - Bauru/SPI
Horário de funcionamento: das 8h às 18h (segunda a sexta-feira)
Telefone: (14) 3131-4455

E-mail: spi.negociacao@postalsaude.com.br


Por: Postal Saúde/Comunicaçãpo
Foto: Postal Saúde

​20º Congresso Internacional da UNIDAS foi um sucesso

Postado por Wagner Fechine em 01 Nov 2017 12:22



Foi um sucesso o 20º Congresso da UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde), realizado de 26 a 28 de outubro, em Foz do Iguaçu (PR). Com o tema “Saúde Hoje e Amanhã”, o encontro discutiu os principais desafios do segmento de autogestão em saúde, trocou experiências e propôs alternativas para o desenvolvimento e a melhoria do setor.

Considerado o mais importante do segmento no País, o congresso contou com participação massiva das operadoras de autogestão em saúde e reuniu palestrantes nacionais e estrangeiros, além de debatedores de renome para discutir temas de relevância para o setor.

Postal Saúde

Comprometida com o aprimoramento da gestão e com a atualização dos seus profissionais, a Postal Saúde também marcou presença no Congresso, no qual foram discutidos temas como: o papel da Agência Nacional de Saúde Suplementar no desenvolvimento da saúde; inovações no setor de saúde suplementar; política de atenção primária à saúde; assuntos jurídicos e legislativos relacionados à saúde, gestão de custos e da qualidade assistencial; novos modelos de remuneração na saúde, entre outros.

“São assuntos de extrema relevância para a Postal Saúde, que vem trabalhando intensamente em ações com foco na redução dos custos assistenciais da operadora”, destaca o diretor Administrativo e Financeiro da Postal Saúde, Júlio Cesar Oliveira – empregado de carreira dos Correios, que participou do encontro.

Segundo ele, para as entidades de autogestão o evento foi uma oportunidade de trocar informações, ideias e experiências sobre o segmento no Brasil e no mundo, bem como de buscar alternativas e soluções para a autogestão em saúde.

“As discussões tiveram como foco as melhores práticas do mercado que possam contribuir para a gestão e o aprimoramento dos serviços prestados aos nossos beneficiários”, acrescenta o gestor.

A chefe da Auditoria Interna da Postal Saúde, Sheila Nascimento, ficou impressionada com o altíssimo nível dos debates. “Esse Congresso foi uma excelente oportunidade para conhecermos práticas de empresas do segmento de autogestão em saúde, com destaque para o controle e monitoramento dos processos, sobretudo de despesas, considerando aspectos econômicos e o papel da ANS no desenvolvimento da saúde no País”, pontua Sheila.

“Além disso, as exposições com foco em inovação provocaram insights que podem nos levar a construir uma Postal Saúde melhor”, destaca a gestora.

Para a gerente em exercício da Postal Saúde, Patrícia Alencar, da Gerência de Órteses, Próteses, Materiais e Serviços Assistenciais, a participação dos gestores no encontro foi muito proveitosa.

“Nossa ida ao Congresso refletiu o verdadeiro sentido de valorização profissional. Acredito que, com o robusto avanço do mercado de saúde suplementar, aliado à descoberta de novos métodos, é muito importante e necessária a reciclagem dos conhecimentos adquiridos, assegurando que o caminho percorrido está alinhado à realidade do mercado”.

Segundo ela, as ideias discutidas no encontro já estão servindo de referência para os processos da sua gerência. “Tivemos a oportunidade de realizar o benchmarking com outras operadoras, além de poder participar de palestras muito importantes para nossa área de atuação, cujas ideias já estão sendo referência em projetos que serão emplacados futuramente”, conclui Patrícia.

Divisor de águas

“O 20º Congresso foi espetacular e já passou para a história como um divisor de águas do que fazíamos antes e do que começaremos a fazer daqui para frente”, comemora Leonardo Trench, representante da Postal Saúde na diretoria de Treinamento e Desenvolvimento da UNIDAS.

Ele faz questão de frisar que, neste ano, houve uma mudança importante no foco do encontro. “Uma das inovações foi que, além de trocar informações, o Congresso internacional da UNIDAS passou a trocar também práticas e experiências, o que é muito enriquecedor”, disse. Durante o Congresso, houve apresentação de cases de saúde do Chile e da Argentina.

Inovação

Para Leonardo, o encontro foi marcado pelo alto nível dos palestrantes e pelo aprofundamento das discussões, tornando os debates menos técnicos e mais voltados às peculiaridades do setor. “As plenárias deixaram claro que a autogestão em saúde precisa de inovação para fazer frente aos desafios da atualidade, como por exemplo o envelhecimento da população”, avalia.

Leonardo lembra que a participação da Postal Saúde no 20º Congresso da UNIDAS mostra o interesse da atual gestão em inovar, em fazer diferente, capacitando seus profissionais para enfrentar os desafios do setor.

Novidades

Um dos momentos mais esperados pelo representante da Postal Saúde na diretoria da UNIDAS foi o anúncio do lançamento do primeiro portal brasileiro de Ensino à Distância voltado ao segmento de autogestão em saúde. “Essa é uma inciativa inédita, pois será o primeiro portal do país a oferecer cursos específicos dedicados exclusivamente ao setor”, comemora Leonardo Trench, diretor de Desenvolvimento e Treinamento da UNIDAS e representante da Postal Saúde na instituição. Saiba mais: UNIDAS prepara primeiro portal brasileiro de Ensino à Distância voltado à autogestão em saúde

Aprimoramento da Lei 9656/98

Um dos assuntos discutidos foi o aprimoramento da Lei 9656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. “Precisamos conscientizar a sociedade e os governos sobre a importância de adequar a legislação às especificidades do setor, que opera sem fins lucrativos”, pontua Leonardo.

A UNIDAS — Reconhecida nacional e internacionalmente, a UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde) é uma entidade associativa, sem fins lucrativos, que tem por missão fortalecer o segmento de autogestão em saúde, contribuindo para a evolução do sistema brasileiro de saúde.

Criada em novembro de 2002, a entidade compreende um universo de mais de 5,5 milhões de beneficiários, atendidos por planos de assistência à saúde administrados por 130 instituições filiadas.

Leia mais:

Foz do Iguaçu sedia 20º Congresso Internacional da UNIDAS


Por Postal Saúde/Comunicação
Imagem: Divulgação UNIDAS

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