Responsabilidade Social

Compromissos sociais da Postal Saúde


A comunicação institucional na era da responsabilidade social

Os anseios democráticos da sociedade, associados às mudanças nos padrões de produção e consumo provocadas pelas inovações tecnológicas e pela globalização das relações econômicas, culturais e sociais, impuseram às entidades novas exigências, responsabilidades e atitudes.

A adoção de mecanismos de valorização do trabalho e de cumprimento de sua função social e ambiental tornou-se um imperativo de sobrevivência num cenário cada vez mais competitivo e dinâmico.

Nesse novo ambiente democrático, cidadãos e consumidores conquistaram novos espaços e instrumentos para fazer valer seus direitos, preferências e escolhas, obrigando as organizações públicas e privadas a mudar o seu relacionamento com usuários e clientes. A criação de serviço de atendimento ao consumidor, por exemplo, tornou-se uma exigência que não pode ser ignorada.

No contexto da redemocratização, o conceito de “responsabilidade social" emerge com particular vigor no Brasil, fomentando tanto formas utilitaristas de marketing institucional quanto práticas empresariais social e ambientalmente responsáveis. Em sua expressão mais madura, a responsabilidade social converteu-se na chamada “cidadania empresarial", estágio no qual as entidades passam a atuar em consonância com as aspirações e interesses manifestos da sociedade, engajando-se em projetos e ações sociais que promovem o bem-estar coletivo.

Esse novo paradigma estabelece que o sucesso não pode ser alcançado somente mediante inovações tecnológicas e aumento da eficiência e da produtividade, visando sempre à maximização dos lucros e resultados econômicos. A busca constante de identificação das expectativas da sociedade e o esforço de agregação de valores e princípios éticos aos seus produtos e serviços transformaram-se em ativos estratégicos, essenciais para a sobrevivência das entidades.

Mas a simples satisfação dos consumidores também já não é garantia de sucesso, pois a sociedade e o Estado, como agente regulador e fiscalizador, exigem que as entidades se responsabilizem pelos impactos sociais, econômicos e ambientais da produção e também do consumo e utilização dos seus produtos e serviços, até mesmo pelos efeitos de longo prazo.

Por isso, a responsabilidade social tem sido frequentemente associada aos valores éticos e morais da sociedade na qual uma entidade ou organização está inserida. Os administradores devem estar particularmente atentos para as atividades que possam, potencialmente, gerar agressão ao meio ambiente ou causar riscos à saúde das pessoas, pois os movimentos ambientalistas e a sociedade em geral se mostram cada vez menos tolerantes a práticas percebidas como ameaças ao equilíbrio ecológico e ao bem-estar coletivo.

Portanto, as empresas precisam estar atentas a essa realidade, buscando demonstrar um compromisso autêntico com a solução de problemas sociais, com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável. No contexto atual, a sustentabilidade impõe-se como critério de viabilidade de todo e qualquer empreendimento econômico.

A preocupação da sociedade com a proteção ambiental e com a qualidade de vida não pode mais ser ignorada pelas organizações, sob pena de comprometimento irremediável da sua imagem e, consequentemente, perda de apelo e credibilidade entre os clientes. Mas o compromisso com a responsabilidade social não pode ser simplesmente retórico e motivado por um cálculo utilitarista e mercadológico.

A existência de uma cidadania ativa e de consumidores críticos e exigentes impõe uma conduta pautada por elevados postulados éticos, consistentes com os valores predominantes na sociedade em que estão inseridos.

Apenas quando agem com transparência e responsabilidade social, as entidades conseguem construir e preservar uma imagem positiva perante seus stakeholders e a sociedade em geral.

A Postal Saúde reconhece e valoriza a responsabilidade social como um dos pilares da sua atuação:

• Estabelecimento de relação democrática e respeitosa com os sindicatos e representantes dos empregados;

• Adoção de um modelo de gestão participativa nos processos de planejamento, execução e avaliação dos programas, projetos e ações;

• Estabelecimento de exigências fiscais, sociais e éticas rígidas aos seus fornecedores, só efetuando compras de empresas e fornecedores que não exploram mão-de-obra infantil;

• Promoção de ações afirmativas e de valorização da diversidade nas relações de trabalho, assegurando crescente participação de mulheres em postos de trabalho;

• Dedicação e cuidado especial com a saúde de seus empregados;

• Investimento na inovação e modernização da gestão administrativa e financeira, com adoção do planejamento estratégico;

• Promoção de programas de estímulo à participação de funcionários em trabalhos voluntários fora do horário de expediente, destinados a grupos sociais em situação de risco.