Central do beneficiário

Dia Mundial Sem Tabaco – Campanha deste ano alerta sobre manipulação da indústria tabagista

Postado por Arlinda Carvalho em 29 May 2020 11:28


A epidemia do tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo já enfrentou, matando cerca de 7 milhões de pessoas por ano. Mais de 6 milhões dessas mortes são o resultado do uso direto do tabaco, enquanto cerca de 1 milhão é o resultado de não fumantes expostos ao fumo passivo. O prejuízo econômico do tabaco gira em torno de US$ 1,4 trilhão.

O Dia Mundial Sem Tabaco, 31 de maio, foi adotado desde 1988 pelos países-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) e tem por objetivo aumentar a conscientização sobre o grave problema de saúde pública que a epidemia do tabaco representa e a necessidade urgente de implementar e fortalecer as medidas de controle do tabagismo.


Confira o vídeo que a Postal Saúde preparou para conscientizar os beneficiários sobre as consequências do tabagismo para a saúde:


Em 2020, a campanha global do Dia Mundial Sem Tabaco tem como objetivo conscientizar os jovens sobre táticas de manipulação da indústria, além dos agravantes do tabagismo frente ao novo coronavírus. O uso de produtos de tabaco que contêm nicotina aumenta o risco de câncer, doenças cardiovasculares e pulmonares. Além disso, fumantes podem já ter alguma doença pulmonar ou capacidade pulmonar reduzida, tornando-os mais vulneráveis à Covid-19.

Os dispositivos eletrônicos para fumar (cigarros eletrônicos ou aquecidos) aumentam a exposição das pessoas à nicotina e a várias substâncias tóxicas. Diferente do que propaga a indústria do tabaco, esses produtos geram malefícios à saúde e pode gerar dependência.

Estratégia da indústria

O apelo da indústria ao público jovem fica evidente por meio de estratégias que incentivam o uso de seus produtos. As táticas da indústria, muitas vezes ilegais, desafiando a legislação dos países e prioritariamente dirigidas ao mercado para crianças, jovens e adolescentes incluem:

  • Mais de 15.000 sabores para atrair crianças e adolescentes;

  • Eventos e festas patrocinadas, que ocorrem ilegalmente;

  • Venda casada de produtos, apesar de proibida;

  • Investimento no design elegante e sexy das embalagens dos seus produtos;

  • Exibição do produto na mídia de entretenimento, usando em filmes e novelas;

  • Amostras grátis de produtos, oferecida ilegalmente em grandes eventos, mesmo sendo proibida por lei;

  • Exposição de produtos ao nível dos olhos para crianças nos estabelecimentos comerciais, gerando assim curiosidade; Disposição e publicidade de produtos de forma estratégica em pontos de venda.

Desconfie de pesquisas tendenciosas

Na segunda quinzena de abril, veio a público um estudo francês sobre possíveis efeitos protetivos do tabagismo contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2). De acordo com essa pesquisa, realizada com pacientes que testaram positivo para a doença, apenas 5% dos infectados eram fumantes.

O estudo foi duramente criticado por conter vários erros, como a exclusão de pacientes internados na UTI, e por desconsiderar que cerca de 20% dos infectados eram profissionais de saúde com baixa prevalência de tabagismo, entre outras limitações.

O fato é que, baseado nesse artigo, surgiu uma hipótese de que a nicotina protegeria contra a Covid-19 por diminuir a presença do receptor ACE2, usado pelo Sars-CoV-2 para invadir as células da mucosa respiratória. Fato absolutamente não comprovado.

Ainda que a hipótese da ação “positiva” da nicotina fosse confirmada por meio de estudos robustos, sua utilização como forma de prevenir uma possível infecção só seria razoável se feita por meio de medicamentos já disponíveis no mercado, que visam suprimir os sintomas de abstinência no tratamento do tabagismo.

Jamais haveria da classe médica a recomendação para consumo do cigarro ou de seus equivalentes, como cigarro eletrônico, sabidamente nocivos à saúde.

No entanto, o argumento a favor da nicotina parece ser bem questionável, visto que fumantes têm maior risco de infecção pelo vírus influenza (da gripe), além de por outros da família coronavírus, como o Sars e Mers, que usam o mesmo receptor (ACE2) para invadir a células.

Fumantes têm maior risco de infecção pelo novo coronavírus

Uma pesquisa recente realizada na Austrália revelou que fumantes apresentavam concentrações maiores de receptores de ACE2 em comparação com os não fumantes. A diferença aumentava ainda mais quando os tabagistas tinham comprometimento respiratório por Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) relacionada ao tabagismo, o que favorece a entrada do vírus no organismo.

Por isso, muita atenção com as mensagens propagadas pela indústria tabagista, principalmente entre os jovens.

Para saber mais, clique no link abaixo:

https://apsredes.org/sem-tabaco-2020/


Por: Comunicação/Postal Saúde
Fontes: APS REDES (Portal da Inovação na Gestão, ferramenta de gestão do conhecimento desenvolvida pela OPAS/OMS Brasil em parceria com Ministério da Saúde).
Foto: 123 RF

OMS dá sugestões de exercícios para fazer em casa durante o isolamento social

Postado por Arlinda Carvalho em 25 May 2020 17:22



A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 150 minutos de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos de alta intensidade por semana, ou uma combinação de ambos. Com o avanço da pandemia da COVID-19, ficar em casa por períodos prolongados pode representar um desafio para permanecer fisicamente ativo.

A OMS dá sugestões – que podem ser realizadas em casa, sem equipamento especial e com espaço limitado – que contribuirão para a redução do comportamento sedentário e para o aumento dos níveis de atividade física dos indivíduos.


Para ajudar as pessoas a permanecerem fisicamente ativas, a OMS preparou uma rotina de exercícios que podem ser realizados em casa.Veja as dicas abaixo e mantenha-se ativo:


Elevação dos joelhos alternados com cotovelos


Toque um joelho com o cotovelo oposto, alternando os lados. Encontre o seu próprio ritmo. Tente fazer isso por 1 a 2 minutos, descanse por 30 a 60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício deve aumentar a sua frequência cardíaca e as taxas de respiração.


Prancha


Apoie os antebraços firmemente no chão com os cotovelos na linha dos ombros. Mantenha os quadris no nível da cabeça. Mantenha a posição por 20 a 30 segundos (ou mais, se possível) e descanse por 30 a 60 segundos. Repita até 5 vezes. Este exercício fortalece seu abdômen, braços e pernas.

Extensão do tronco



Deite de bruços e toque as orelhas com as pontas dos dedos e levante a parte superior do corpo, mantendo as pernas no chão. Abaixe a parte superior do corpo novamente. Execute este exercício 10 a 15 vezes (ou mais), descanse por 30 a 60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício fortalece os músculos das costas.


Agachamento

Coloque os pés na distância do quadril, com os dedos dos pés apontando levemente para fora. Dobre os joelhos até o ponto de seu conforto, mantendo os calcanhares no chão e os joelhos na linha (e não a frente) dos pés. Flexione e estenda os joelhos. Execute este exercício 10 a 15 vezes (ou mais), descanse por 30 a 60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício fortalece suas pernas e glúteos.

Elevação lateral do joelho

Toque o joelho em seu cotovelo, elevando-os lateralmente, um lado de cada vez. Encontre o seu próprio ritmo. Tente fazer isso por 1 a 2 minutos, descanse por 30 a 60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício deve aumentar a sua frequência cardíaca e as taxas de respiração.

Perdigueiro

Coloque as mãos na linha dos ombros e os joelhos na linha dos quadris. Levante um braço para frente e a perna oposta para trás, alternando os lados. Execute este exercício 20 a 30 vezes (ou mais), descanse por 30 a 60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício fortalece seu abdômen, glúteos e músculos das costas.

Ponte

Deixe os pés firmes no chão com os joelhos sobre os calcanhares. Levante os quadris tanto quanto se sente confortável e lentamente abaixe-os novamente. Realize este exercício 10-15 vezes (ou mais), descanse por 30-60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício fortalece seus glúteos.

Extensão dos cotovelos na cadeira

Apoie-se no assento de uma cadeira com os pés a cerca de meio metro de distância da cadeira. Flexione os cotovelos enquanto abaixa os quadris em direção ao chão, depois estenda os cotovelos de modo a elevar o peso do seu corpo. Realize este exercício 10-15 vezes (ou mais), descanse por 30-60 segundos e repita até 5 vezes. Este exercício fortalece seus tríceps.

Alongamento de peitoral

Entrelaça os dedos atrás das costas. Estique os braços e alongue o peito para a frente. Mantenha esta posição por 20-30 segundos (ou mais). Esta posição alonga seu peitoral e ombros.

Alongamento do tronco

Com os joelhos flexionados no chão, traga seus quadris para os calcanhares. Relaxe seu abdômen sobre as coxas e alongue ativamente os braços para a frente. Respire normalmente. Mantenha esta posição por 20-30 segundos (ou mais). Esta posição alonga suas costas, ombros e laterais do corpo.

Meditação sentada


Sente confortavelmente no chão com as pernas cruzadas (uma alternativa é sentar-se em uma cadeira). Certifique-se de que suas costas estão retas. Feche os olhos, relaxe seu corpo e aprofunde progressivamente sua respiração. Concentre-se apenas em sua respiração, tentando deixar de lado as preocupações. Mantenha-se nesta posição por 5-10 minutos ou mais, para relaxar e esvaziar sua mente.

Pernas para cima da parede

Aproxime os quadris (5-10 cm) da parede e deixe as pernas descansarem para cima. Feche os olhos, relaxe seu corpo e aprofunde progressivamente sua respiração. Concentre-se apenas em sua respiração, tentando deixar de lado as preocupações. Descanse nesta posição por até 5 minutos. Esta posição deve ser confortável, relaxante e desestressante.

Por: Comunicação/Postal Saúde

Fonte: OPAS/OMS (https://nacoesunidas.org/mantenha-se-fisicamente-ativo-durante-o-distanciamento-social-recomenda-oms/)

Nutrição comportamental: saiba o que é e como funciona

Postado por Arlinda Carvalho em 21 May 2020 17:18



Com o isolamento social, é natural que as pessoas se sintam mais ansiosas e busquem na comida uma espécie de “compensação” para o estresse vivido a quatro paredes. Nesse contexto, a Nutrição comportamental pode ser uma grande aliada durante a quarentena.


Segundo a nutricionista Isabela Mendonça da Silva, a Nutrição comportamental é uma abordagem científica inovadora, com foco em mudança de comportamento alimentar, que inclui os aspectos fisiológicos, sociais e emocionais da alimentação.


“Acreditamos que todos os alimentos podem ter espaço em uma alimentação saudável, respeitadas as questões de quantidade e frequência”, explica. O conceito surgiu em 2014 e foi idealizado pelo Instituto Nutrição Comportamental (INC).


Mudança de comportamento alimentar

Para a nutrição comportamental, a chave para a conquista do peso saudável está na mudança dos hábitos alimentares e na escolha de um estilo de vida mais ativo e, o mais importante, de forma sustentável, frisa Isabela. Assim, o foco não está exclusivamente no emagrecimento. “Também não existem fórmulas prontas ou resultados padronizados. Tudo dependerá da resposta de cada paciente ao tratamento. A perda de peso será então uma consequência da mudança da relação do paciente com a comida”, explica a nutricionista.

Pecados das dietas tradicionais restritivas

Isabela destaca que um dos pecados cometidos pelas dietas tradicionais focadas na perda de peso é a redução drástica de calorias do consumo diário, as chamadas dietas restritivas.

"Hoje sabemos que as dietas restritivas não têm efeito benéfico para a saúde a longo prazo e estudos nos mostram que 95% das pessoas que perdem peso com dietas restritivas voltam a engordar. E, às vezes, ganham mais peso do que tinham antes da dieta. Não fazer dietas restritivas envolve, portanto, comer de maneira mais consciente e respeitando os sinais de fome e saciedade”.

Segundo a profissional, a ciência da nutrição ainda é muito biológica e focada em calorias e nutrientes. Nessa perspectiva, prevalece “uma visão restrita do que é saudável e não saudável, no qual o prazer de comer é muitas vezes associado à culpa”.

Por isso, só uma avaliação clínica vai determinar se a pessoa precisa ou não de um planejamento alimentar sistemático, com sugestão de receitas e cardápios. Às vezes, basta mudar a relação com a comida ou um mau hábito alimentar para alcançar o equilíbrio desejado.



Prazer de comer com equilíbrio: adeus à culpa


Esse contexto baseado na culpa, explica a nutricionista, não promove mudança de comportamento e não melhora a saúde das pessoas. “A Nutrição comportamental propõe uma mudança no nosso estilo de vida e em como enxergamos a alimentação. Essa mudança proporciona uma melhora em como nos relacionamos com a comida: sem sofrimento ou culpa, restrições e proibições. O prazer de comer e o equilíbrio alimentar, princípios contemplados nessa abordagem, são a chave para se alimentar com mais consciência”.


Quem pode se beneficiar

Segundo Isabela, todos podem se beneficiar com a Nutrição comportamental. “É uma abordagem inclusiva que busca entender o comportamento alimentar do ser humano em todas as fases da vida. Assim, podem obter benefícios tanto aqueles que possuem alguma doença quanto indivíduos saudáveis”.

A especialista responde

Postal Saúde - Como a nutrição comportamental pode ajudar durante o isolamento social nesse período da pandemia?

Isabela Mendonça da Silva - A sensação de falta de controle e incertezas com relação ao futuro pode ocasionar em muitas pessoas a utilização da comida como recompensa ou alívio rápido das emoções e levar a comportamentos impulsivos e exageros na alimentação. Na nutrição comportamental, entendemos que o comportamento alimentar está diretamente relacionado aos sentimentos e pensamentos que temos ao nos alimentarmos. Por isso, entender nossos sentimentos pode nos auxiliares a ter uma alimentação mais equilibrada. Nesse período, a busca por uma alimentação mais consciente e com menos regras e proibições também pode ajudar a nos reconectarmos com o nosso corpo e fazer com que a hora da refeição seja mais leve, sem culpa ou sofrimento, visto que o momento atual já carrega muita angústia.

PS- Quais as dicas para colocar em prática os conceitos da nutrição comportamental?

Isabela - Como mencionei anteriormente, não existem receitas prontas, mas é possível observar e identificar comportamentos alimentares que poderiam ser modificados ou melhorados. Essa atitude ajudará a colocar em prática os princípios do "comer consciente" e a retomar a conexão com o próprio corpo, o que também ajudará na saúde a longo prazo. Seguem 5 dicas básicas:

  • Concentre-se: esteja presente e consciente no que está acontecendo no momento da refeição;
  • Dê mais atenção ao sabor e à textura dos alimentos;
  • Preste atenção à sensação de fome e saciedade antes e depois de comer;
  • Se não tiver fome, não coma;
  • Pare de comer quando o corpo der sinal de saciedade.

Por: Comunicação/Postal Saúde
Foto: 123 RF

Coleta de material para detecção da Covid-19: saiba que tipo de exame é coberto pelo plano de saúde

Postado por Arlinda Carvalho em 20 May 2020 14:18





De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), apenas o exame Sars-Cov-2 (Coronavírus Covid-19) - Pesquisa por RT- PCR tem cobertura obrigatória pelos planos de saúde, devido à sua eficácia comprovada.


O RT-PCR (do inglês Reverse-Transcriptase Polymerase Chain Reaction) é considerado o “padrão-ouro” no diagnóstico da COVID-19. A confirmação é obtida pela detecção do SARS-CoV-2 na amostra analisada, por meio da coleta de secreções existentes nas vias respiratórias, como nasofaringe (nariz) e orofaringe (garganta). A explicação é da gerente de Regulação da Postal Saúde, Débora Elaine Fernandes.


“As demais modalidades de exame são realizadas por amostras de sangue, que detectam anticorpos produzidos pelo próprio organismo. São classificados como “exames de sorologia” e “testes rápidos”, que não são cobertos pelo plano de saúde”, complementa a gestora.


Ela esclarece, portanto, que a cobertura prevista é apenas para o procedimento 4.03.14.618-SARS-CoV-2 (CORONAVÍRUS COVID-19) - PESQUISA POR RT – PCR. As demais formas de detecção não constam no rol obrigatório de cobertura definido pela ANS.


Modalidades de coleta do material

Para orientar os beneficiários com suspeita da Covid-19 (que não se encontram internados nem se dirigiram ao pronto-socorro), a gestora informa que existem três opções para realizar a coleta de secreção para o exame Sars-Cov-2 (Coronavírus Covid-19) - Pesquisa por RT- PCR. São elas: em domicílio, via drive-thru ou em laboratório particular, se não houver prestador credenciado para fazer a coleta do material.


Nessa última situação, o beneficiário poderá solicitar o reembolso à Postal Saúde. “Vale lembrar que as regras de coparticipação seguirão as mesmas previstas no regulamento do plano”, observa Débora.


Prescrição digital

A gerente explica que, de acordo com o protocolo adotado durante o combate à Covid-19, os pedidos médicos para realização do exame podem ser digitalizados, contendo assinatura e carimbo do médico solicitante, e enviados por e-mail ao estabelecimento onde será realizado o exame.


“A forma de coleta fica a critério do prestador escolhido e do beneficiário”, assinala Débora. Ela lembra que o beneficiário deve sempre consultar a rede credenciada para saber qual a forma de coleta adotada.


Coleta domiciliar

É importante frisar que a coleta domiciliar é uma medida contingencial e de iniciativa de alguns laboratórios para evitar aglomerações nos locais de exame. Por isso, devido à dinâmica dos atendimentos e em função da proliferação do novo coronavírus, os prestadores estão sempre adequando os serviços às exigências do momento. Assim, a orientação é que o beneficiário entre em contato com a rede credenciada para saber se na sua região existe disponibilidade da coleta domiciliar.


Drive-thru

Além da coleta domiciliar, alguns laboratórios lançaram a modalidade de drive-thru, um serviço diferenciado no qual o material é coletado nos locais indicados pelo estabelecimento, sem a necessidade de sair do carro. Para saber se o serviço está disponível em sua localidade, o beneficiário também deve consultar a rede credenciada.


Reembolso

Como já explicado anteriormente, em caso de inexistência de prestador credenciado para fazer a coleta da secreção, o beneficiário poderá realizar o exame em um laboratório particular e solicitar o reembolso à Postal Saúde.


Pesquisa de prestador

A pesquisa dos prestadores pode ser feita no site da Postal Saúde (www.postalsaude.com.br) na aba Guia Saúde, localizada no canto superior direito do monitor .


Dúvidas? Ligue para a Postal Saúde

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Central de Atendimento ao Beneficiário, pelo 0800 888 8116.


Caso não fique satisfeito com a resposta, você poderá recorrer à Ouvidoria, no 0800 888 8120. Além do atendimento telefônico, o contato com a Ouvidoria pode ser feito pelo endereço: www.postalsaude.com.br/ouvidoria


Por: Comunicação/Postal Saúde
Foto: 123 RF

Confira o funcionamento das filiais da Postal Saúde durante a pandemia

Postado por Arlinda Carvalho em 19 May 2020 10:23



A Postal Saúde adotou medidas de contingenciamento para evitar a disseminação da Covid-19 no ambiente de trabalho e proteger os empregados, os beneficiários e a população em geral.

Como a maioria das unidades regionais está localizada em prédios dos Correios — temporariamente fechados em consequência da pandemia —, muitas filiais passaram a funcionar em regime de plantão (com contingente reduzido e sem atendimento presencial) e outras estão completamente fechadas (lockdown).


Os estados onde as filiais da Postal Saúde estão em lockdown são: Pernambuco, Maranhão, Piauí e Ceará. Nas duas situações, no entanto, é possível entregar o documento físico na Operadora, caso necessário.


"A Postal Saúde disponibilizou guichês e álcool em gel para que o beneficiário possa depositar os documentos de forma segura, seguindo os protocolos de proteção recomendados pelos órgãos de saúde", informa a gerente de Estratégia Organizacional da Postal Saúde, Karina Hoffmann.


Atualização

A relação das unidades fechadas, seja por interdição do prédio dos Correios ou por razão de decreto estadual, será atualizada no site da Operadora.


Confira o funcionamento das 28 unidades no DF e nos estados:



Canais de atendimento

A Postal Saúde reforça que está à disposição dos beneficiários por meios de seus canais de atendimento:


Central de Atendimento ao Beneficiário: 0800 888 8116

Ouvidoria:0800 888 8120 ou on-line pelo site www.postalsaude.com.br/ouvidoria.

Site: www.postalsaude.com.br, acessando o ambiente Minha Postal.


Por: Comunicação/Postal Saúde
Foto: 123 RF


​Notícias sobre a Covid-19: não caia em fake news

Postado por Filipe em 18 May 2020 18:35


Dando continuidade ao projeto de conscientização do público em relação às notícias sobre a pandemia, o Comitê Estratégico de Comunicação (COMEC) destacou mais uma série de notícias falsas que têm se espalhado nas redes sociais pelo Brasil.

O objetivo desta ação é fazer, com base em dados científicos e números oficiais, com que os cuidados continuem sendo tomados e não haja um relaxamento por parte da população, maior responsável pelas medidas de sucesso alcançadas até agora.


Foto: Aos Fatos

O comparativo entre casos de Covid-19 nos estados do Ceará e Minas Gerais é enganoso. A publicação que circulou pelas redes sociais na semana passada ignora a quantidade de testes realizados nos dois estados: no Ceará, o nível de testagem era de 51,5% por 100 mil habitantes, enquanto em Minas Gerais era de apenas 10,2% por 1o0 mil habitantes (no dia da publicação).

Assim, é claro, o local que realiza mais testes terá mais casos registrados de diagnósticos e mortes pela doença.

Para conferir os dados da investigação completa, acesse: Aos Fatos

Foto: Fernanda Garrafiel/G1

Também sobre o estado do Ceará, tem circulado uma peça que mente sobre a quantidade de mortes por doenças respiratórias no estado no comparativo entre 2019 e 2020.

A mensagem alega que houve 6.377 mortes entre março e maio de 2019, e 6.239, em 2020. Na verdade, foram 1.976 mortes por doenças respiratórias no estado nesse período em 2019, e 2.639 em 2020. O conteúdo mente ao considerar como “doenças respiratórias” outras causas, como septicemia, causas indeterminadas e “demais óbitos”, que podem ser homicídios e acidentes, por exemplo.

Para conferir a investigação completa, acesse: G1 – Fato ou Fake | Agência Lupa


Foto: G1

É falso que um hospital de campanha foi desmontado por falta de pacientes na Unicamp-SP, como diz um vídeo compartilhado em redes sociais. Na verdade, a instalação foi transferida para um local mais próximo ao Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas-SP.

Também é mentira que não houve demanda no local, que prestou pronto atendimento a 546 pessoas durante aproximadamente um mês. Encampado pela ONG EDS (Expedicionários da Saúde), o hospital provisório foi desmontado no dia 4 de maio e movido para o ginásio do centro de aprendizado Patrulheiros Campinas, onde começou a funcionar em 6 de maio.

A capacidade desse hospital de campanha é de 36 leitos de cuidados semi-intensivos, com possibilidade de expansão para até 108 leitos.

Para conferir a investigação completa, acesse: Aos Fatos | G1 – Fato ou Fake


Foto: Aos Fatos

É falso que o governador de Nova York declarou que o isolamento é ineficaz contra a Covid-19. A publicação realizada por sites como Senso Incomum descontextualizou uma fala de Andrew Cuomo para desqualificar a medida de segurança.

Cuomo informou que grande parte dos novos casos de infecção pelo novo coronavírus eram de pessoas que estavam em casa. No entanto, ao contrário do que a publicação desvirtuada alegou, o governador norte-americano estava incentivando a continuidade do isolamento e enfatizando que mesmo as pessoas que estão nos seus lares precisam tomar precauções.

Há uma semana, quando a agência Aos Fatos realizou a investigação, o conteúdo enganoso já havia sido compartilhado mais de 35 mil vezes apenas no Facebook.

Confira a investigação completa sobre o assunto, que engloba ainda outras versões desse conteúdo com dados distorcidos: Aos Fatos

Declaração oficial do governador de Nova York, Andrew Cuomo (em inglês).


Foto: G1

Um documentário norte-americano está ganhando espaço nas redes sociais, mas contém uma série de mentiras sobre as medidas a serem tomadas contra o novo coronavírus.

A produção, chamada “Plandemic”, é recheada de teorias da conspiração e afirma, entre outras coisas, que o uso de máscaras de proteção ativa o vírus já instalado no organismo humano, causando um tipo de autocontaminação.

O documentário é uma entrevista com a cientista Judy Mikovits e já foi banido de várias plataformas, como Facebook e YouTube, por disseminar conteúdos mentirosos. Entre eles, está também a afirmação de que a vacina para a gripe comum contém o coronavírus, além de alegações sem respaldo científico de que o isolamento social causa um comprometimento do sistema imunológico das pessoas.

Foto: G1

Outra peça de desinformação tem circulado também com informações similares. Um vídeo no qual um homem condena o uso de máscaras de proteção contém várias informações falsas.

Ele afirma que “se você usar máscara, vai respirar menos oxigênio e mais dióxido de carbono. Vai ter mais bactérias na sua boca, gengiva, atacar seus dentes, seu trato respiratório, seus pulmões. Tem menor oxigenação do seu corpo, a imunidade prejudicada, e você vai estar mais suscetível a pegar qualquer vírus, inclusive o coronavírus”.

Todas essas afirmações são mentiras, esclarece Mauro Schechter, professor titular de infectologia da UFRJ, e outros especialistas entrevistados pela agência de checagem do G1. “No máximo, caso tenham sido mal colocadas e/ou utilizadas por longos períodos, as máscaras podem causar feridas superficiais”, disse à CBN.

Para mais informações sobre o uso das máscaras de proteção, acesse: G1 – Fato ou Fake. Para conferir a investigação que desmente o documentário Plandemic, acesse: G1 – Fato ou Fake.


É mentira que chá de boldo elimina sintomas da Covid-19 em até três horas, como afirmam publicações em diferentes mídias e plataformas na internet.

O próprio Ministério da Saúde informa que nenhum alimento tem eficácia comprovada no tratamento contra o novo coronavírus. O chá de boldo é usado para tratar problemas gastrointestinais, combatendo dores no estômago, no fígado e sintomas como diarreia. Ele ajuda o trabalho a vesícula biliar, estimulando a secreção da bílis e a digestão de gorduras.

No entanto, se consumido em excesso, o boldo pode causar intoxicação, além de ser contraindicado para mulheres durante a gestação.

Como mencionado, nenhum alimento tem eficácia comprovada na cura da Covid-19, portanto, não devem substituir os cuidados primários, como manter o isolamento social sempre que possível, lavar bem as mãos, usar máscaras de proteção ao sair de casa, manter uma distância segura de outras pessoas etc.

Para mais informações da investigação, acesse: Agência Lupa | G1 – Fato ou Fake | Boatos.org. Checagens semelhantes foram realizadas com outros alimentos que supostamente eliminariam os sintomas da doença: Agência Lupa | Agência Lupa | Agência Lupa | G1 – Fato ou Fake


O conteúdo que o Comitê Estratégico de Comunicação (COMEC) passou a publicar periodicamente é baseado em estudos de instituições de ensino reconhecidas internacionalmente, agências checagem de fatos (registradas pelo International Fact-Checking Network) e veículos tradicionais de imprensa que apresentem as fontes das informações transmitidas.

Além dos valores da Postal Saúde (qualidade de serviços; compromisso e respeito com os Beneficiários; ética e transparência nos negócios e responsabilidade pelos resultados), também existem os princípios jornalísticos e o compromisso com a verdade, valorizando as fontes oficiais e orientando a população da melhor forma para o exercício da sua cidadania.


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